quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Os sinos irão tocar


Até segunda!!

Do meu outro blog que é publicado no JP3 Express

Certa feita entrei numa discussão sobre as construções enxaimel em Blumenau. Mais de gaiato, mas ouvi atentamente. Luis Antonio Soares, jornalista das antigas lá da loira Blu, caiu de pau nas réplicas que se avolumavam no cenário de Blumenau. Agora vejo uma iniciativa do Pier de Itajaí de reeditar locais folclóricos e históricos de Itajaí como o Bar da Trude. Uma tremenda palhaçada. Na hora de colocar abaixo o Bar de Trude ninguém pensou duas vezes sobre a história daquele local. Predador é predador. Só os cifrões é que comandam. Agora chegam com essa história de romancear locais históricos e folclóricos de Itajaí construindo réplicas. Pedradores, não façam isso.

Guia de drinques


A obra de Mark Bailey mostra a preferência etílica de alguns dos mais famosos escritores norte-americanos. Você que gosta de bebericar vai alguns aí para experimentar. Como a preferência de Charles Bukowski, escritor rabugento, com um texto bem ao gosto de quem gosta de sacanagens variadas. Bebum assumido, seu drink preferido: uísque puro, seguido de um golaço de cerveja gelada. Truman Capote, nada original. Seu negócio era mesmo o famigerado Hi-Fi. O niilista Edgar Alan-Poe adorava mesmo era um absinto (arghhh!!). Já Jean Stafford, outra ébria assumida curtia um Cuba Libre. Já tomei muito disso na minha adolescência. Hoje não posso nem ver pela frente. Prefiro Coca-Cola. O livro deve ser interessante porque conta histórias muito divertidas na relação entre os escritores e a bebida.

Tendência a reprovar

Os projetos da guarda e do refis estão sujeitos a serem reprovados em segunda votação. Há um movimento entre os vereadores de oposição no sentido de marcar posição com relação ao Dna. Ruth, cujo processo de abertura está sendo levado de barriga. Quatro dos seis vereadores de oposição já manifestaram disposição em reprovar. Vamos aguardar, então.

Honoráveis Bandidos

Acabei de ler a vida e obra de José Sarney, de autoria do jornalista Palmério Dória. O livro está na topo da lista dos mais vendidos. Confira o comentário do autor para o C-se: "Esse livro é um produto dos blogs, dos twitteiros e da turma dos sites rebeldes. E não estou falando nem dos grandes sites mais badalados de jornalistas conhecidos. Esse livro só aconteceu praticamente no boca a boca, não teve um anúncio sequer, nenhuma matéria ampla em nenhuma publicação nacional, dos grandes jornais. E, no entanto, foi acontecendo apesar disso. Se alastrou um movimento de blogs espantoso em torno desse livro. Isso, na minha opinião, cria um paradigma. Isso prova que os leitores já não dependem mais da família Mesquita, da família Frias, da família Marinho, da família dos Sirostky e mesmo dos filhinhos da ditadura lá no Maranhão. Então eu tenho impressão de que esse livro é produto dessa turma".

Bafão cheira a abafão

Fosse um Zé Mané já teria sido preso, algemado e, provável, capa do Diarinho. Mas como é um médico, nem o nome foi divulgado. E ela olha como ele é bonzinho: devolveu o dinheiro. A verdade é que o roubo, furto, sei lá, nos cofres do HSI trata-se de um crime. O fato foi consumado. Não existe no Código Penal nada que diga que a devolução do produto roubado exima o autor de culpa.
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Tá cheirando a abafão.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Muita confusão esses tais guardas

Primeiro que, por favor, não se iludam, a segurança de BC não mudará em nada com o incremento de mais 200 fardados. Varrer a bandidagem fica por conta do palanque. Não muda nada. Entretanto entendo que a figura da guarda patrimonial é importante para a cidade. Não sei qual será a abrangência de atuação. Escolas rola? Ou não? Creches rola? Ou não? Mas há muitos equipamentos públicos que devem ter a presença de guardas. Cito a passarela do pontal norte, o molhe, praças (nossas poucas praças) geralmente são alvos de imbecis que tem adoração em estragar e roubar (eles adoram fiação). Com a guarda acredito que este tipo de coisa não aconteça...
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... desde que 24 horas por dia. Não sou muito otimista, não. É fato que o poder público é meio (ou bem) largado em tudo que faz. Eles gostam de anunciar, discursar, essas coisas, mas manter é que a coisa pega. Mas vá lá. Cuidar de nosso patrimônio é importante. 200 fardados? Sei lá, talvez menos. Vamos ver no que dá.

Só de passagem

Ontem zapeando caio no Canal Futura. Estava lá o vice-governador Leonel Pavan rodeado de professores e pesquisadores falando sobre as cheias do Rio Itajaí Açu. Estavam, na verdade, fazendo um balanço de um ano, foi o que pareceu. Pesquisadores reclamando que os governos não dialogam com quem tem o conhecimento, coisa e tal; aprofundando-se na questão demonstrando muito conhecimento, até que chega a vez de Pavan e começa a falar que o governo está preocupado tanto que foi a Miami, blá blá, blá...
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Mudei de canal. Não quis ver o que iria acontecer depois dos pesquisadores reclamarem dos governos e Pavan dizer que foi buscar subsídios em Miami.

Vai cair!!!

Moradores que conhecem a central de segurança lá do Estaleiro temem que aquela p... caia. O primeiro piso, a princípio destinado ao alojamento dos policiais, apresenta problemas na estrutura. Really!!!

Eduardo Paes, o exibicionista

Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, adora um holofote. Assume compromissos e depois não cumpre. Os organizadores da etapa da Fórmula Indy está p... da vida com o prefeito. Simplesmente o cara mijou prá trás após confirmar a realização da corrida. Não atende os telefonemas, faz de conta que não é com ele. É flórida.